Cinquenta Tons de Liberdade (Fifty Shades Freed), dirigido por James Foley, lançado em 8 de fevereiro

“O legal mesmo ia ser ter um filme em que o Christian começava a ter impotência e tinha que lidar com a contradição que um pau mole, na cabeça de um machão desses, estabelece com um cara que tem tudo na palma da mão. Fica minha dica pra um próximo, e agora bom, filme da sequência. Ia ser foda também se a Anastasia acordasse um dia, percebesse que é lésbica, desse um pé na bunda de Grey e se apaixonasse por uma caminhoneira. Muitas, muitas ideias teriam sido mais emocionantes que a desenvolvida.”
Por Larissa Moreno em crítica publicada em 9 de fevereiro


Edha, criado por Daniel Burman, disponibilizado pela Netflix em 16 de março

“Sem qualquer falsa modéstia, eu sou um verdadeiro bravo por ter chegado até a metade da série. Pensei que, pelo menos, ela poderia engrenar a partir do meio como muitas outras fazem, mas percebia que minha esperança era vã a cada novo episódio e, principalmente, com o final absolutamente insosso, broxante e que não tem qualquer congruência com tudo o que foi estabelecido pelo arremedo de roteiro.”
Por Gustavo David em crítica publicada em 16 de março

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