Tau, dirigido por Federico D’Alessandro, disponibilizado pela Netflix em 29 de junho

“No aspecto técnico a coisa não muda de figura. A edição do filme é confusa e insegura. Os efeitos especiais e o desenho de produção também pecam bastante. À exceção do que se pensou enquanto interação com Tau e a própria representação física do avatar da inteligência artificial, todos os demais efeitos parecem alguma coisa levemente melhor do que o Chapolin voando em seus aerólitos (ou seriam aerolitos), além de genéricos. Há um robozão aqui que é animado só com um tiquinho mais de esmero do que o ED 209 fabricado pela OCP em Robocop. Inclusive, em determinado momento do filme eu fechei os olhos por uns 30 segundos e me dei conta que os efeitos sonoros são idênticos.”
Por Gustavo David em crítica publicada em 30 de junho 


Romina, dirigido por Diego Cohen, disponibilizado pela Netflix em 13 de julho

“Romina é claramente aquele filme independente MESMO, em que seu realizador, Diego Cohen, é responsável por tudo ou quase tudo na obra. O que torna extremamente louvável a sua atitude de pensar e, definitivamente, criar um filme, lutando contra a ausência de recursos. Por pior que o título seja – e é bem ruim, de verdade – Cohen tem um filme em mãos, algo seu, uma criação pessoal. No entanto, seria tão melhor se ele tivesse unido esses esforços e essa galera para fazer algo que realmente quisesse dizer alguma coisa.”
Por Rene Michel Vettori em crítica publicada em 16 de julho

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