– O Que de Verdade Importa (The Healer), dirigido por Paco Arango, lançado em 27 de setembro 

“Idealmente acredito que, tratando-se de um filme que aparentemente busca enfatizar a questão do câncer até mesmo pela campanha para tal, o assunto poderia ser melhor explorado. Se menos espaço fosse dedicado às trapalhadas e desencontros que acontecem no início do filme teria sido possível uma produção de maior qualidade. No entanto, a forma que o diretor escolheu orquestrar o longa e, especialmente, o roteiro que está por trás de tudo isso, faz com que a produção seja chata e não cause tanta empatia como deveria ao telespectador.”
Por Larissa Moreno em crítica publicada em 29 de setembro


Venom, dirigido por Ruben Fleischer, lançado em 4 de outubro

“É uma adaptação BIZARRA dessa versão heroica do Venom que resolveram trazer aos cinemas e, em outra decisão ainda mais BIZARRA, decidiram também que Venom não faria parte do universo do Homem-Aranha. Isto, por si só, já faz com que o fã de quadrinhos em mim sue frio de vontade de sentar a porrada em quem tomou essas decisões. (…) Temos um filme genérico até a medula, com uma direção que parece não existir e um roteiro que acerta unicamente na relação entre Venom e seu hospedeiro, o jornalista metidão e fodido Eddie Brock (Tom Hardy). Hardy, inegavelmente um dos melhores atores de sua geração (vejam “Locke“!!!!), e Michelle Williams, também ela uma das melhores atrizes de sua geração, são os verdadeiros heróis aqui, tentando (e fracassando na maior parte do tempo) passar por cima da falta de comando da direção e de conteúdo do roteiro.”
Por Gustavo David em crítica publicada em 4 de outubro

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