– Bojack Horseman – 5a Temporada, criado por Raphael Bob-Waksberg, disponibilizada pela Netflix em 14 de setembro

Bojack Horseman fecha um ciclo, retornando às suas origens, voltando os olhos a sua implacável dualidade composta por Diane e Bojack. Desde a primeira temporada, a névoa de angústia que prometia levar os dois à redenção não se dissolve, e o que sobra é o sentimento agridoce de que é preciso tentar novamente, não por esperança, mas por simples protesto. O cavalo falante interpretado por Will Arnet é cada vez mais o Sísifo do presente, condenado a retornar temporada atrás de temporada à base da montanha e rolar a bola de pedra, sabendo que jamais realizará sua tarefa. Bojack busca se tornar alguém melhor, mas tudo que consegue é se afogar mais em si mesmo. Nesse sentido, a série nunca foi tão pertinente ao extinguir a hiper positividade da modernidade e nos brindar com o  absurdismo da crua sentença: apesar do que dizem livros de autoajuda, propagandas de academia e campanhas de financiamento, não há esperança que o amanhã seja melhor que hoje e tudo pelo que podemos esperar é um simples e inexplicável churros grátis ou a brilhante nova temporada de Bojack Horseman.
Por Thotti Cardoso em crítica publicada em 16 de setembro


– Nasce Uma Estrela (A Star Is Born), dirigido por Bradley Cooper, lançado em 11 de outubro

“O filme se tornou um favorito dos críticos mesmo antes da estreia oficial e está entre os principais cotados para a corrida do Oscar de 2019. Independente dele sair premiado, de mãos vazias ou nem ser indicado, apesar de pouco provável, ganhou o amor de mais uma fã em sua torcida. Um dos melhores do ano sem dúvida.”
Por Valentina Schmidt em crítica publicada em 13 de outubro

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