Caros amigos do MetaFictions, venho hoje aqui escrever sobre uma das minhas paixões, meu esporte favorito, a Fórmula 1 (F1 para os mais íntimos). Caso você tenha nascido dos anos 90 para frente, a sua única referência para esse esporte glorioso talvez seja memes com o Rubinho Barrichello, no entanto, para quem nasceu até o início dos anos 80, foi uma época que nunca mais se repetiu na F1.

Basearei meu depoimento no documentário Senna, que mostra a história que foi um dos maiores esportistas do Brasil, quiçá do mundo. Não farei aqui uma análise do documentário, ele apenas será o catalisador das minhas memórias e experiências. No entanto, tudo o que for escrito aqui está presente nesse belo documentário, disponível na Netflix, exceto a parte pós 1994. Fico tocado ao falar disso hoje, aniversário de 23 anos de sua morte, aos 34 anos de idade, a mesma idade que eu tenho hoje.

A F1 é um esporte extremamente elitista, onde o dinheiro conquista vagas nas equipes em detrimento do talento. Já vi inúmeros bons pilotos sumirem da F1 por não conseguirem patrocínio, enquanto magnatas do petróleo colocam seus apadrinhados para competir. Além disso, é um esporte que exige muito fisicamente, já que o calor e constante luta com o carro por quase 2h sugam sua energia, além da habilidade motora e reflexos precisarem estar em seu melhor estado. Desde sua fundação, na década de 50, esse esporte já clamou as vidas de 46 pilotos, 5 fiscais de prova e 2 espectadores. Dos 46 pilotos que pereceram em acidentes na categoria, 43 haviam partido até o final de semana em que Senna morre (em 1994), mostrando que a sua morte foi um divisor de águas quanto à segurança nas corridas.

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