Marco Medeiros às vezes acha que nasceu há dez mil anos atrás. Mil e uma utilidades, é professor e faz-tudo das palavras. Pai do Tequila, um pug com o demônio no corpo, se não fosse filho de seus pais queria ser fruto do cruzamento da Rita Lee com o Tom Hanks. Mexeu com Meryl Streep, mexeu com ele. Instagram: @marcomedeiros2009 Facebook: Marco Medeiros

Crítica: Coisa Mais Linda – Temporada 2

No ano passado, este crítico que vos escreve, leitor MetaFictions, invocou o belíssimo poema “Com licença poética”, da mais que bela Adélia Prado, para falar sobre a então estreante série nacional da Netflix, Coisa Mais Linda (este texto você pode ler aqui). Hoje, para…

Crítica: Reality Z – 1a Temporada

Imagine, leitor Metafictions, que o Rio de Janeiro seja atingido por uma terrível epidemia. Imagine que os únicos seres livres de contaminação sejam um grupo de pessoas confinadas numa mansão do reality show mais popular do país, produzido por nossa maior emissora de TV….

Crítica: Minha História (Becoming)

Michelle é uma mulher admirável. Bem-sucedida, inteligente, humana, articulada. Carismática e poderosa, ela é um modelo para milhares de jovens que, tal como ela, oriundos de minorias e pertencentes a classes menos privilegiadas, sonham em ocupar espaços negados a eles por uma sociedade construída…

Crítica: Hollywood

O mundo precisava voltar a sonhar depois de um dos maiores horrores que a Humanidade presenciou: a Segunda Guerra Mundial. E, em busca de sonhos (e grana, que ajuda a sonhar melhor ainda), jovens aos montes rumaram para um famoso distrito da cidade de…

Crítica: Atrás da Estante (Circus of Books)

Karen e Barry Mason são um daqueles casais de velhinhos de filme. Ela, uma típica idishe mame, dessa cepa de mulheres judias fortes, dominadoras, centrais na família e atuantes na sinagoga. Ele, sintetizado na frase “procure o careca sorrindo”. Solar, bonachão, paizão. Três filhos,…

Crítica: LA Originals

Talvez uma das funções mais interessantes dos documentários, marcada já na etimologia e no radical do termo, seja a capacidade de se tornar um documento mesmo. Mas, graças à magia e aos artifícios do cinema, esses filmes conseguem escapar da frieza dos textos acadêmicos…