Meus amigos me chamam de Jedi, por motivos óbvios. Se precisasse descrever minha profissão, diria que sou um Mestre do Jogo, apesar de minha carteira de trabalho dizer "Publicitário", meu currículo dizer "Fotógrafo", as pessoas me chamarem de "Teacher" e eu sonhasse em ser "Maestro" aos 5 anos. Não sei se sou um cinéfilo. Antes disso, amo as histórias, sejam contadas por palavras, imagens ou sons. Gosto mais da manhã que da noite, mais de chocolate quente que de café, mais de sorrir do que de entender. Welcome and May the Force be with you... Always.

Crítica: Rolling Thunder Revue: A Bob Dylan Story by Martin Scorsese

Em 1976 eu vim ao mundo, junto com o Punk Rock e o bicentenário dos Estados Unidos, numa época em que o fracasso da Guerra do Vietnã e a decepção com o chamado “Sonho Americano” permeavam um mundo que em breve mudaria de maneira…

Crítica: Persona

Annyeonghaseyo! Em algum momento no inicio do ano passado minha esposa e eu descobrimos na Netflix um reality show Coreano chamado Hyori’s Bed and Breakfast (Hyorine Minbak no original). Nele, a cantora Lee Hyori (celebridade absoluta na Coréia) e seu marido, o guitarrista e…

Crítica: On My Block – 2a Temporada

Previously On My Block, conhecemos uma turma da pesada, vivendo as mais eletrizantes aventuras no bairro mais loco de Los Angeles. Parece aquela narração panaca de propaganda de Sessão da Tarde, né? Então… No fim da primeira temporada tudo o que poderia ter acontecido…

Crítica: The Dirt: Confissões do Mötley Crüe (The Dirt)

Os anos 80 foram ridículos. Eu estava lá e pude testemunhar. A cultura popular, os hábitos da sociedade, arte, música e tudo o que deveria representar o ser humano atingiram um nível de excesso… Eu queria dizer jamais vistos, mas tivemos o Império Romano,…

Crítica: Se Joga, Charlie (Turn Up Charlie)

A ideia de que certas crianças são monstrinhos tão insuportáveis que nem mesmo um brucutu seria capaz de domá-las não é nova. Arnold Schwarzenegger já fez esse papel em “Um Tira no Jardim de Infância”, clássico da Sessão da Tarde, e a história já…

Crítica: O Menino que Descobriu o Vento (The Boy Who Harnessed the Wind)

Adoro filmes “baseados em fatos reais”. Sempre achei que eles criam uma ilusão de proximidade maior com a vida e permitem-me ter um instante de esperança de que em algum momento algo de fato extraordinário venha a acontecer no mundo. Infelizmente, isso não passa…