The only people for me are the mad ones, the ones who are mad to live, mad to talk, mad to be saved...the ones who never yawn or say a commonplace thing, but burn, burn, burn, like fabulous yellow roman candles exploding like spiders across the stars. - Jack Kerouac

Crítica: Fugitiva – 1ª Temporada

É com a maravilhosa canção interpretada pela rainha Elza Soares, que arrisco dizer ser a cantora e mulher brasileira mais fantástica ainda viva, que inicio a crítica de Fugitiva. Lançada alguns dias antes do Dia Internacional pela Eliminação da Violência de Gênero, a série…

Crítica: The Sinner – 2a Temporada

Esta é a crítica da 2a temporada de The Sinner e que provavelmente contará com spoilers da 1a temporada, cuja crítica você pode conferir aqui. Cá estou, mais uma vez, deixando meu parecer sobre The Sinner agora em sua segunda temporada. Sua estreia também…

Crítica: #NãoMeJulgue (The Judgement) – 1a Temporada

Ao lado de “Garota de Fora“, série tailandesa também lançada essa semana pela Netflix, #NãoMeJulgue é inserida no catálogo carregando os mesmos elementos. Também ambientada em um universo colegial, adolescente e aparentemente compromissada em denunciar absurdos da bolha jovem pós-moderna, a produção conta a história…

Crítica: No Ritmo da Sedução (Been So Long)

Assim que vi a sinopse do musical No Ritmo da Sedução fiquei animadíssima: uma história de amor passada em Londres, especificamente em Camden, meu bairro favorito da cidade. Além disso, o elenco conta com a talentosíssima Michaela Coel, que interpreta nossa protagonista Simone. A mulher,…

Crítica: Wanderlust – 1ª Temporada

Relacionamento aberto é um conceito que ainda recebe muitas críticas e olhares tortos – e não serei hipócrita: também me causa estranheza. A ideia de partilhar uma pessoa com outras é inusitada em nossa sociedade ocidental, secularmente monogâmica, então é natural que grande parte…

Crítica: Feministas – O Que Elas Estavam Pensando? (Feminists – What Were They Thinking?)

O pessoal é político. O pessoal é político. O pessoal é político. Tal qual um mantra, a frase popularizada por Carol Hanisch, ativista feminista radical da década de 70, ecoa durante os 86 minutos do documentário Feministas – O Que Elas Estavam Pensando. Seu sentido…