Marco Medeiros às vezes acha que nasceu há dez mil anos atrás. Mil e uma utilidades, é professor e faz-tudo das palavras. Pai do Tequila, um pug com o demônio no corpo, se não fosse filho de seus pais queria ser fruto do cruzamento da Rita Lee com o Tom Hanks. Mexeu com Meryl Streep, mexeu com ele. Instagram: @marcomedeiros2009 Facebook: Marco Medeiros

Precisamos Falar do Homenzinho Dourado – Oscars 2019

E, finalmente, elas foram anunciadas! Saíram as indicações ao Oscar 2019 e, como sempre, surpresas, polêmicas, recalques, esnobadas e História foram despejadas nesse que, apesar de tomar porradas e brigar para manter a relevância de outrora, ainda é o mais reconhecido e badalado prêmio…

Crítica: Temporada

Juliana acaba de se mudar de Itaúna, no interior de Minas Gerais, para Contagem, uma cidade maior. Aprovada em um concurso público, ela vai trabalhar no Controle de Endemias. Na nova cidade, ela faz amigos, retoma o controle da sua própria história e se…

Crítica: Amigos Para Sempre (The Upside)

Em algum momento de 2011, você ouviu a pergunta “Já viu Intocáveis? Muito lindo. Chorei a beça”. Inspirado em uma história real, o filme francês arrebatou bilheterias pelo caminho. Em 2016, ele ganhou uma versão argentina (resenhada aqui). Agora, sob o título de Amigos…

Crítica: Meu Querido Filho (Weldi)

No poderosamente bem escrito “Bem-vindo ao Deserto do Real”, Slavoj Žižek aponta que, na pós-modernidade, a essência da realidade foi tão tomada de nós que desenvolvemos uma verdadeira obsessão pelo Real, pelo Grande Evento. No entanto, esse “Real-Real” que passamos a produzir é, na…

Crítica: Roma

O cinema de Alfonso Cuáron sempre me chamou a atenção pela capacidade intensamente lírica de extrair um profundo conteúdo humano e íntimo, mesmo enquanto lá fora as demandas da realidade pareçam, falsamente, impedir que as micronarrativas das pessoas se destaquem frente à grandiosidade da…

Crítica: O Beijo no Asfalto

Nelson Rodrigues é, sem nenhuma sombra de dúvida, o pai do teatro moderno brasileiro. A revolução que nossas artes experimentaram com os paulistas em 1922 só seria manifestada nos palcos quando na década de 40 Nelson traz ao mundo a poderosa Vestido de Noiva….