Marco Medeiros às vezes acha que nasceu há dez mil anos atrás. Mil e uma utilidades, é professor e faz-tudo das palavras. Pai do Tequila, um pug com o demônio no corpo, se não fosse filho de seus pais queria ser fruto do cruzamento da Rita Lee com o Tom Hanks. Mexeu com Meryl Streep, mexeu com ele. Instagram: @marcomedeiros2009 Facebook: Marco Medeiros

Crítica: Kursk – A Última Missão (Kursk)

Thomas Vinterberg é um dos mais representativos cineastas dos anos 90. Junto com Lars Von Trier, ele é o autor do Dogma 95, um manifesto que lançou dez mandamentos para que cineastas produzissem obras apartadas dos recursos hollywoodianos e investissem em um cinema mais…

Crítica: Adoráveis Mulheres (Little Women)

Mulherzinhas, escrito em duas partes em 1868 e 1869 por Louisa May Alcott, é um daqueles livros que nascem clássicos. Sucesso em sua época e nos anos posteriores (famosos “livros de escola”), a saga das irmãs March – baseada na vida da própria Alcott…

Crítica: Minha Mãe É uma Peça 3

  Dona Hermínia, criação inspirada de Paulo Gustavo e baseada na sua própria mãe, é um dos baluartes do humor brasileiro. Com suas tiradas, seu jeito intempestivo de ser, sua acidez e, acima de tudo, sua humanidade, é impossível para qualquer espectador segurar algumas…

Crítica: História de um Casamento (Marriage Story)

“Alguém que precise muito de você, alguém que te conheça bem demais, alguém que te tire o fôlego e te jogue num inferno e te ajude a estar vivo, estar vivo”. Só quem já passou por um divórcio sabe o peso que essa experiência…

Crítica: As Golpistas (Hustlers)

Em um determinado momento de As Golpistas, Ramona (Jennifer Lopez) diz que os Estados Unidos inteiro são um clube de strip-tease: “você tem as pessoas jogando dinheiro e as pessoas dançando”. A frase espertinha do roteiro dá uma ideia do tom e da agradável…

Crítica: A Vida Invisível

“A dor da gente não sai no jornal” canta Chico Buarque. Nem as nossas alegrias, nossas saudades. Mas, se os periódicos rejeitam a magnitude das vidas comuns, o cinema as eterniza e mostra a beleza e a amplitude que há em qualquer existência. Até…