Como já é a praxe aqui do MetaFictions em nossos reviews de episódios de séries, teremos spoilers do episódio e da série inteira no texto a seguir. 


Sabe o que é mais comum, além de fillers, em episódios de Dragon Ball Super? Quase-vitórias e transformações. Tivemos isso hoje? Claro ou com certeza?

Já adianto que o episódio 123 trouxe aquilo que mais vemos na franquia e andou a história um pouco para frente, mesmo sem eliminações.

“Olha lá. Achando que vão vencer.”

Caso você não se lembre do episódio anterior (resenhado aqui), o 11º Universo tinha a supremacia nos 3 combates, mesmo carecendo em números. Tanto que abrimos o episódio 123 com os deuses desse universo seguros da sua vitória pelo que ocorre na arena, mostrando até certa arrogância, como bem apontou 18.

Bem, não é para menos. Quando os 2 adversários mais fortes do time rival não conseguem sequer causar um dano significativo ao seu astro, é para se sentir superior mesmo. No entanto, mal sabem eles que os guerreiros do 7º Universo possuem crescentes nas batalhas e foi isso que foi mostrado hoje.

“Seu ridículo…”

Freeza, mesmo sendo bagunçando anteriormente, mostrou ao Dyspo que a sua principal habilidade serve mesmo para desviar e fugir. Basicamente não causou ferimentos ao nosso querido (?!) albino.

Confesso aqui que Freeza tem sido um dos meus personagens favoritos nesse torneio (mesmo tendo ficado puto com a escalação dele lá no início) e sua performance tem sido excelente. É o lutador mais conservado e de grande potencial nessa final. Seria épico vê-lo salvando nosso Universo.

“Aí. Na moral, se não vai ajudar então não atrapalha.”

Já na outra luta de pano de fundo, vimos Gohan perdido na arena (como tem sido) e 17 sendo, mais uma vez, extraordinário. Dessa vez 17 usa suas habilidades e as regras contra Toppo, pedindo ao Gohan, 1º, para não atrapalhar, e, 2º, para jogar os dois para fora da arena, mantendo a vantagem numérica do 7º Universo.

Eu não entendi muito bem o que ocorreu nos momentos finais dessa jogada, se Gohan desistiu de eliminar os dois ou se 17 não aguentou as porradas de Toppo dentro do campo de força. Mas foi por muito pouco que não vimos o líder do 11º Universo indo pra vala… digo, arquibancada.

Seria um sacrifício digno… seria…

No main event do episódio tivemos Jiren e Goku lutando. Após Vegeta ser deixado vegetando (há!) no chão, Goku assume o combate e derruba Jiren da arena, que violentou as leis da física newtonianas para escapar de uma eliminação genial, mas ao mesmo tempo, anticlimática.

Ao conseguir colocar Jiren na posição que queria, Goku, o ladrão de técnicas, utiliza um kienzan sêxtuplo do Kuririn e cria uma senhora armadilha na beirada da arena.

Goku tem alguma técnica 100% original?

Jiren escapa com aquela contraída no brioco e dá um vislumbre de seu verdadeiro poder. Basicamente percebemos que ele é o Saitama (do One-Puch Man) e que pode encerrar a luta a hora que quiser com apenas um soco.

Mas não contava ele que seus adversários são os 2 sayijins mais fortes dos universos. Goku “liga” seu SSJ Blue com kaioken no máximo e Vegeta atinge uma nova transformação – uma versão melhorada do SSJ Blue… (SSJ2 Blue? SSJ Blue 2?) –  e partem para cima, conseguindo pressionar Jiren.

SSJ2 Blue (?!) do Vegeta vem com purpurinas e olhos com pupila.

O episódio se encerra mostrando que, ao contrário do episódio anterior, o 7º Universo ainda tem lenha para queimar e que a derrota, se vier, será vendida a um preço alto.

Fazia tempo não via um adversário como Jiren na franquia, MUITO acima dos seus adversários. Gostaria de ver algo como a saga do Vegeta na Terra, com os 5 lutadores aos peidos, contra todas as possibilidades, fazendo frente à um ser ao nível de um deus da destruição.

Agora a porra ficou séria.

E o Gogeta, hein? Tá na hora já…

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