“Em todo lugar você vê uma cruz e uma bandeira… Está na hora de ter os arcos dourados em todo lugar”, não tenho a certeza absoluta se foi exatamente com essas palavras que a frase foi proferida, mas o importante é que passa a mensagem. Um serviço “fast food” no mundo inteiro, todas as pessoas saberão o que é o “McDonald’s”, em todo lugar ele está, você entra em uma rua e você vê aquele lugar vermelho e amarelo. 

“O que você acha de, ao invés de um hambúrguer em 30 minutos, um a cada 30 segundos?”, a comida rápida, a comida mais fácil por ter velocidade e ser fácil de encontrar… 

 

Eu pessoalmente nunca fui fã do McDonald’s… Eu aprecio um bom hambúrguer, só que nunca fui um apaixonado, ainda não sou… E eu fui ver o filme que melhor define a ideia de comida rápida e McDonald’s. E você se pergunta: esse “império” de “fast food” deu certo? É todo esse sucesso que dizem? Respondo-lhe contando uma situação. Hoje, dia 9 de março de 2017, eu estava no cinema assistindo “Fome de Poder”. Assim que saí, fui para a porta do Shopping e me deparo, em cima das placas indicando as ruas, com uma outra placa com os dois arcos amarelos e a frase “Amo muito tudo isso”. Respondido?

“Fome de Poder” acompanha o vendedor Ray Kroc (Michael Keaton), que está a procura de compradores da sua máquina de “Milkshake” e acaba se encontrando com um restaurante chamado “McDonald’s”. Ray, após ficar espantado com o método completamente inovador de produção deles, sugere uma parceira e franquear a marca. E é assim que começa a história do “fast food” mais conhecido do mundo. 

 

Aqui a palavra é persistência. Com persistência você consegue atingir seus objetivos e, provavelmente, até mesmo ir além. O filme investe em persistência de uma maneira insana, Ray persiste e persiste até chegar ao ponto que ele quer… Não importa se ele tem que passar por cima de outras pessoas, ele irá!

 

Keaton entrega um trabalho bem decente, sendo um personagem que visa, sempre, a base do capitalismo… O lucro. É uma personalidade que chega a dar raiva em certos pontos da trama, por ser um escroto que não liga para quem ele está pisando. 

 

O roteiro não se apresenta como uma história envergonhada, mostrando tudo o que o passado do McDonald’s tem de obscuro. Desde as rasteiras até a compra de comida não produzida a mão (Milkshake em pó). Além disso é uma narrativa que não cansa, que não da sono para o espectador. O único porém é que ao meu ver, alguns tópicos acontecem do nada e não constroem muito bem até o acontecimento.

 

O grande império… A história da maior lanchonete do mundo é contada através de um longa de prólogo e epílogo monologados pelo protagonista. Nesta produção, o que brilha é o protagonista e seu intérprete. “Fome de Poder” é um filme interessante para aqueles que não conheciam a história completa por trás desta fonte de lucro mundial (eu incluso) e é uma boa história para o meio cinematográfico.

 

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