– O Pacto dos Lobos (Le Pacte des Loups), de 2001, dirigido por Christophe Gans

Em 2001 a ideia que todo mundo tinha do Cinema francês era exclusivamente aquela baseada nas grandes obras dos mitológicos Godard e Truffaut. Não se tratava de um cinemão para se ver comendo pipoca, mas sim de algo bem mais contemplativo e existencial, que questionava o existir, o se relacionar, o amar, enfim, a condição humana como um todo.

Mas aí resolveram chamar o lendário ator de filme merda Mark Dacascos e fazer uma película de ação-terror de época, contando ainda com os monstros Vincent Cassel e Samuel Le Bihan, na qual o Chevalier de Fronsac (Le Bihan) e seu companheiro indígena americano Mani (Dacascos) são enviados pelo Rei da França em uma missão para desvendar a resolver centenas de mortes que vem acontecendo em uma região bucólica da França. E, puta que o pariu, o título Pacto dos Lobos não é à toa. Pela primeira vez, os franceses faziam um filme pipoca de ação pura e mostravam muita competência nisso.

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