Já não é de hoje que o Crunchyroll não é a única plataforma de streaming que vem a mente quando pensamos em animes. A Netflix vem produzindo animes originais num ritmo acelerado e aumenta seu catálogo a cada dia buscando mais e mais licenças.

Correndo por fora, temos uma “novata” no ramo de animes e do streaming no Brasil, a Amazon Prime Video. Com um catálogo bem discreto, mas excepcionalmente bem arrumadinho, a Amazon começa a engatinhar nesse filão que jorra audiência de um público apaixonado, exigente e dedicado.

Para introduzi-los à mídia japonesa, apresento a vocês 3 animes com tons completamente diferentes. Temos uma comédia galhofa divertidíssima, extremamente sexual, com leves questionamentos sobre sexismo, de 2015, e outras duas obras do fim de 2017, uma de ação muito violenta e visceral e, por fim, um anime filosófico.


Inuyashiki: O Último Herói (Inuyashiki), de 2017, criado por Hiroya Oku.

Inuyashiki é uma obra sem rodeios, com violência gratuita e com inúmeras dualidades. Nela, seguimos a vida de dois personagens, o próprio Inuyashiki, um senhor de 58 anos, e Hiro Shishigami, um estudante do ensino médio. Ambos, por motivos diferentes, estão em um parque a noite quando um OVNI os acerta e transforma seus corpos em máquinas com habilidades sem iguais. Desse ponto em diante observamos o contraste nas vidas dos dois proporcionado por seus novos corpos. Vemos a juventude e inexperiência de um lado e a sabedoria da idade do outro. Enquanto um deles descobre sua humanidade e ganha um propósito em vida, o outro a abandona para dar vazão aos seus mais sombrios desejos. Isso cria uma rota inevitável de colisão entre os dois.

Cadê o manual?

Inuyashiki é um anime com apenas 11 episódios e muito convidativo para aqueles que não estão familiarizados com o gênero.

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