O Acampamento (Killing Ground), lançado em 31 de agosto de 2017, dirigido por Damien Power

Eu fui ver este filme em uma cabine de imprensa, que é uma exibição do título para a imprensa algum tempo antes da estréia de modo que se possa fazer uma resenha a tempo. Éramos eu e mais 3 pessoas na sessão. Depois disso, o filme estreou em uma mísera sala no Rio de Janeiro, passando em apenas dois horários. E, puta que me o pariu, que desperdício!! Trata-se de um thriller realmente muito bom, contando com uma assustadora performance do também desconhecido Aaron edersen, como o mestiço (carregando aqui todo o estigma que isso tem na Áustralia, país de origem da película) German. O diretor e roteirista Power demonstra que não é necessário grandes invencionices para se fazer uma história aterradora, valendo-se de temperos fortemente reais e jogando até um quê de crítica social ao status quo australiano aí, demonstrando, ao final, que o mais letal que há na natureza continua sendo o bom e velho ser humano.
Por Gustavo David.
Crítica na íntegra aqui.


Z: A Cidade Perdida (The Lost City of Z), lançado em 1º de junho de 2017, dirigido por James Gray

“Gostaria de deixar registrada aqui a minha admiração pela a belíssima atuação de Robert Pattinson, o vampiro purpurina da nova geração. Talvez a melhor atuação coadjuvante que vi no ano. Mas igualmente proporcional foi a minha decepção com a atuação de Tom Holland, nosso novo Homem-Aranha. Seus breves momentos em tela foram completamente esquecíveis. Embora o filme tenha certa precisão histórica e geográfica, ele não escapa ileso. Alguns estereótipos brasileiros são reforçados, assim como alguns mitos que possuem base em poucos exemplos conhecidos e sem contar os erros de localização de algumas expedições. Tudo isso não tira o brilho do filme, que consegue desenvolver uma história cativante sobre a obsessão de um homem em detrimento de suas obrigações e obstáculos de inúmeros graus.”

Por Ryan Fields em crítica publicada em 2 de junho de 2017

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