Tully, dirigido por Jason Reitman, lançado em 24 de maio

Tully teve duas coisas que me atraíram. A primeira foi a Charlize Theron no papel de protagonista. A segunda foi o cartaz um tanto quanto intrigante. Mal sabia eu que estaria vendo um filme delicado e com muita qualidade. Tully fala sobre maternidade. Tully fala sobre dificuldade. Tully fala sobre felicidade. Com a atuação espetacular de Charlize Theron, a obra, que já é bem satisfatória pelo roteiro em si, é elevada a outro nível. Infelizmente passou debaixo de nossos narizes durante o ano, porém se arrependa e vá conferir esta simples obra, que ficará em minha memória de forma satisfatória.
Por Gabriel Eskenazi


Nos Vemos no Paraíso (Au revoir là-haut), dirigido por Albert Dupontel, lançado em 5 de julho

Na nossa crítica falamos o seguinte: “Infelizmente, ninguém aqui voa ou solta raio laser pelos olhos, então ele não deve ter a distribuição que merece.” E foi exatamente isso que ocorreu. Esta super produção francesa tem absolutamente todos os elementos que fazem um filme ser épico e grandioso e, portanto, apelativo ao grande público. Contudo, sua distribuição foi limitadíssima e, com isso, poucos foram aqueles que tiveram o grande prazer de assistir às duas horas de virtuosismo cinematográfico da poderosíssima parábola de Albert Dupontel sobre o poder da amizade e das relações humanas na existência de cada um de nós, tudo enquanto presta uma evidente homenagem a tantas coisas maravilhosamente clássicas do cinema que não vou listar. Um filme refrescantemente nostálgico sem tentar ser e, principalmente, sem se valer disso como muleta.
Por Gustavo David
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