Minha Vida com Liberace (Behind the Candelabra), de 2013, dirigido por Steven Soderbergh

Assim como eu, você já deve ter visto algum filme americano em que um personagem chama outro de Liberace, em geral como forma de dizer que a pessoa xingada é uma bichona. Até ver este filme eu não entendia esta piada, mas hoje entendo. Władziu Valentino Liberace, conhecido internacionalmente apenas como Liberace, era um pianista virtuoso, cantor, ator e apresentador, ostentando o posto de artista mais bem pago do mundo entre as décadas de 50 e 70. Apesar de seu talento inigualável e de todo o reconhecimento que teve durante a sua vida, Liberace hoje se tornou uma expressão para se referir a um sujeito que seja uma bicha louquíssima e desvairada.

Dirigido pelo conceituado diretor Steven Soderbergh, o longa conta a história de Liberace (Michael Douglas, em estado de graça) a partir da perspectiva de Scott (Matt Damon), boy toy de Liberace por um espaço de tempo de uns 10 anos e em cujo livro o filme é baseado.

Vivendo uma vida de excesso, sodomia e, principalmente, medo, Liberace era um prodígio, filho de uma família humilde de imigrantes italianos e poloneses, tendo batalhado muito para conseguir toda a merecida fama, fortuna e prestígio, e não estava disposto a perder tudo só por causa de sua preferência sexual.

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