O Albergue (Hostel), de 2005, dirigido por Eli Roth

Chegando ao mesmo tempo que “Jogos Mortais“, na metade da primeira década do novo milênio, O Albergue é um dos mais falados títulos desse subgênero que enaltece a violência gráfica a níveis chocantes. Esse é um longa direto e cru, dialogando com as forças mais primitivas dentro dos nossos cérebros. Nele acompanhamos um grupo de americanos fazendo turismo das drogas e sexo pela Europa, quando conhecem, em Amsterdã, uma pessoa que indica a Eslováquia como o antro da putaria. Claro que, chegando lá, as coisas não são bem assim e o Albergue do título esconde muito mais do que meras belas tetas eslavas.

Embora brutal e aparentemente sem conteúdo, para os mais atentos há aqui algumas críticas sociais muito interessantes, especialmente no que tange a prostituição, uso de entorpecentes, postura geopolítica norte americana e a pobreza do leste europeu. Mas só inicie o filme totalmente ciente da barbárie que você assistirá, com cenas de tortura que ficarão em sua mente muito tempo depois que você acabar o longa.

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