Anon, de 2018, dirigido por Andrew Niccol

Clive Owen é um dos meus atores preferidos. O que ele faz em “Closer” eu nunca vi antes e nem depois. Apesar de ele estar meio sumido ultimamente, ano passado ele estrelou este thriller/sci-fi original Netflix em que ele interpreta um detetive num futuro em que o anonimato não mais existe, um futuro em que todos vivemos sem privacidade, sendo filmados e, principalmente, filmando o tempo todo. O que vemos se torna uma uma pegada digital e, como qualquer coisa digital, isso pode ser hackeado.

Este é um mundo que não parece fisicamente muito diferente do nosso, tendo apenas uma extrapolação de algo que já fazemos em alguma medida ao abrirmos mão da nossa privacidade em redes sociais e afins. E é com base neste medo que o diretor Andrew Niccol, veterano de outros filmes sci fi com pegada similar, constrói toda a sua narrativa de assassinatos, manipulações e discussão acerca das nossas liberdades.

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