O Garimpo é um quadro do MetaFictions no qual indicamos toda semana 3 bons títulos disponíveis nas maiores plataformas de streaming. Clique aqui para conferir os anteriores.


Em época de quarentena, nada melhor do que algumas sugestões de como podemos utilizar esse tempo que parece não passar. E para combinar com esse período sombrio que estamos vivendo, nada como uma seleção de obras de terror que não chegam a ser, ou não, tão assustadores quanto a nossa realidade. Hoje apresentaremos uma adaptação de um dos mestres do terror, nosso amado Stephen King, uma obra repleta de mistério e terror psicológico, além de um anime que eleva o mais clássico body horror ao ponto da maestria.

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– Parasyte: The Maxim (Kiseijuu: Sei no Kakuritsu), de 2014/2015, 1 Temporada, dirigido por Shuuhei Yabuta e Kenichi Shimizu

Já na vibe de uma pandemia, temos o novo lançamento da Netflix – mas já rodado no círculo otaku -, o anime “Parasyte: The Maxim”. Apesar de não ser um anime novo, ele conquistou recentemente o top 10 da Netflix, mostrando que é uma obra acessível a todos os públicos. Iniciando com uma invasão de parasitas alienígenas à Terra tomando corpos humanos e criando uma onda de assassinatos e canibalismo no mais belo estilo “O Enigma do Outro Mundo” (The Thing), conhecemos um parasita que não consegue invadir o corpo de seu hospedeiro de forma apropriada, ficando preso na mão do protagonista Izumi Shinichi, criando consciência própria. Começa aqui uma parceria que buscará a sobrevivência a qualquer custo e que nos levará a diversos momentos de tensão.

Parasyte deixaria nosso amigo Cronenberg orgulhoso de seu legado, pois é pura violência e body horror, que já na primeira cena estabelece o tom da obra. Além disso, a série entra em questões mais filosóficas dessa convivência entre parasitas e humanos, indo desde a discussão de consumo de carne, passando pela empatia com outros seres e chegando a discutir até a soberba humana em relação ao seu meio.

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