Feito na América (American Made), de 2017, dirigido por Doug Liman

Esse é o típico filme americano em termos de estrutura. Redondinho, roteiro certinho como reza a cartilha e a direção que não falha em sua execução e proposta. O que diferencia aqui, em relação às obras comuns do país, é que nosso protagonista nada mais é do que um bandido. Mas não um vilão. É um cara carismático, um piloto de avião, com família, propriedade privada, desfrutando de sua liberdade e na eterna busca pela felicidade. Tudo o que a Declaração de Independência dos EUA define.

Dizem que dinheiro não traz felicidade, mas manda buscar. E não é que essa felicidade por Barry Seal (Tom Cruise) vem exatamente do dinheiro? Só que não é qualquer dinheiro e não é qualquer quantia. É dinheiro que sai do ladrão (dos dois jeitos), proveniente de sua atuação como piloto do tráfico de drogas. O “garoto” se utiliza de seus conhecimentos para traficar e enriquecer absurdos. Montanhas de dinheiro literalmente. Só que, obviamente, ele precisa escapar de policiais e bandidos enquanto monta seu império pessoal.

Divertido, engraçado e com bastante ação (não no estilo Michael Bay), o título tem o seu charme.

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