Grave, de 2016, dirigido por Julia Ducournau

Tenho uma história de desencontros com esse filme. Durante o Festival do Rio de 2016 fiquei como louca atrás dele mas por infortúnios da vida não pude ir à sessão em questão. Eu havia, inclusive, já comprado. Então, digo que há um ano venho esperando pela vinda do título pro Brasil. E não é que veio? Obrigada, Netflix!

Justine (Garance Marillier) acaba de entrar na faculdade e, como a maior parte dos calouros, é posta diante dos ritos (em grande maioria imbecis) ao qual esse momento é relacionado. Traduzindo: o famoso trote. Aparentemente nossos camaradas colonizadores dazoropa não são tão superiores assim e também fazem essas (des)graças. Dentre as sessões de humilhação sem razão alguma visando apenas adquirir a confiança dos chamados “veteranos”, a menina é obrigada a comer carne crua. Só que ela é vegetariana. Daí pra lá ela cria um vício e começa a sentir sintomas de abstinência. Bizarro…

…e maravilhoso. Eu já falei outras vezes mas repito quantas mais: cinema francês é superestimado. Logo, não sou fã. Mas, apesar de ser um filme BEM francês, Grave é arrasador.

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