Meu Nome é Dolemite (Dolemite Is My Name), de 2019, dirigido por Craig Brewer

Com atuações de cair o cu da bunda de tão espetaculares de Eddie Murphy, Keegan-Michael Key e Wesley Snipes (que não sei como não foi indicado ao Oscar), Meu Nome é Dolemite conta a história de ascensão Rudy Ray Moore como comediante de grande renome e influência nos EUA. Focando em uma época e evento específico de sua carreira, acompanhamos a confecção de um filme tão tosco e inacreditável quanto divertido. Tomando como cenário majoritariamente a década de 1970, vemos uma empreitada que tem absolutamente tudo para dar errado enquanto um homem luta contra suas limitações, investindo pesadamente em seu sonho. Esse é um longa de comédia permeado por muito drama, tornando leves cenas que deveriam ter uma carga emocional grande.

Talvez seja o melhor filme não visto de 2019. Confira a crítica na íntegra.
– Lucy (Lucy), de 2014, dirigido por Luc Besson

Alguns dos gêneros mais consumidos pelo público em geral é ação, thrillersci-fi. Este, em especial, costuma ser o campeão de views em nossos Garimpos. Não à toa, tem uma dúzia desses por aí, pelo site. Pensando, portanto, no seu bem-estar, segue aqui um título que une os três a um só tempo: Lucy, de Luc Besson.

Lucy, a própria que dá título à obra, (por Scarlett Johansson), é uma americana que trabalha na Ásia (na atual conjuntura, ela já teria picado a mula dali, hein) como mula, transportando uma droga altamente tecnológica. Após um incidente, seu organismo tem contato com uma grande quantidade dessa substância, fazendo-a, inesperadamente, se desenvolver para além do imaginável.

Em um jogo de conspirações e crime, Lucy tenta escapar de seus perseguidores à medida em que vai se transformando. Em tempos de confinamento (físico ou mental; este, inclusive, a que somos obrigatoriamente pressionados diariamente), a obra de Besson nos traz uma pergunta deveras pertinente: e se, em nossa mente, pudéssemos ir muito além?

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