– O Homem Que Mudou o Jogo (Moneyball), de 2011, dirigido por Bennett Miller

Este é um filme que poderia tranquilamente estar em nosso Garimpo Netflix: Indicados ao Oscar, já que, além de ser excelente, foi indicado (e perdeu) a 6 Oscars em 2012: Melhor Filme, Ator para Brad Pitt, Ator Coadjuvante para Jonah Hill, Montagem, Roteiro Adaptado e Edição de Som.  Ainda que tenha essas credenciais e seja estrelado por um mega-astro como Brad Pitt, o filme, talvez por tratar de um esporte que os brasileiros simplesmente não entendem (e não tem que entender mesmo não, já que é chato pra caralho e complicado), passou quase que totalmente despercebido por aqui.

Pudera. A sinopse é bem escrota: baseado em uma história real, um manager (palavra em inglês aqui usada porque o beisebol é um esporte tão bizarro que há um cara que treina o time e um que decide as contratações, sendo este último o tal manager) vivido por Brad Pitt quer revolucionar o jogo ao usar algoritmos, estatísticas e análises de computador criados pelo economista-nerd interpretado por Jonah Hill para conseguir montar um time bom com um orçamento apertado, mais ou menos como a maioria dos times de futebol do Brasil. Lendo um negócio desses, realmente não há qualquer incentivo para assistir ao filme, mas podem confiar em mim quando eu digo que Brad Pitt e Jonah Hill fazem com que este seja uma das grandes obras de esporte já feitos, usando o esporte aqui apenas como um pano de fundo (felizmente, já que beisebol é um porre) para as frustrações e pressões que qualquer um sofre quando tenta arriscar e desafiar o status quo.

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