Três Vezes Amor (Definitely, Maybe), de 2008, dirigido por Adam Brooks

Passando da pancadaria desmedida, vamos agora a um filme de amor. Mas não de amor no sentido romântico, de um homem para com uma mulher, aquele tipo de comédia romântica que está cheio por aí, muitas já até mesmo estreladas por Reynolds. Em Três Vezes Amor, apesar de ter também muito disso, o foco, aquilo que comove, é na verdade sua relação com a filha. Aqui ele interpreta Will Hayes, um sujeito que trabalha na campanha de Bill Clinton à presidência sei lá de quando e é pai solteiro de Maya (Abigail Breslin ainda fofinha). Em uma dinâmica que foi descaradamente roubada de “How I Met Your Mother”, Will conta a Maya todas as suas 3 desventuras amorosas sem, contudo, revelar a Maya qual das 3 mulheres – vividas por Isla Fisher, Rachel Weisz e Elizabeth Banks – é a sua mãe.

É um filme bonitinho e fofinho, no qual o amor de Will por sua filha tem um papel muito mais importante do que qualquer outra coisa, com um Ryan Reynolds mostrando, pela primeira vez, alguma nuance interpretativa que fuja da metralhadora de piadinhas infames e auto depreciação que ele costuma interpretar.

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