Doce Virgínia (Sweet Virginia), de 2017, dirigido por Jamie M. Dagg.

Existem forças na natureza que, ao se manifestarem, deixam um rastro de destruição. Elas causam um medo primitivo em quem as observa e nos deixa inquietos, já que são imprevisíveis e podem ceifar num instante tudo o que você mais estima, incluindo a sua vida. Esse é o caso do forasteiro Elwood (Christopher Abbott) – que protagoniza uma cena de abertura que causa todas as sensações mencionadas anteriormente -, um ser daqueles que não possuem filtros e que busca pagamento por serviços escusos prestados.

Em rota de colisão com Elwood temos o Justiceiro (já viu a crítica da 1a temporada?), que aqui atende pelo nome de Sam (Jon Bernthal), como um gerente de hotel e ex-peão consagrado de rodeio. De forma fluida e sem forçar o roteiro, eles compartilham o mesmo ambiente – além do local de nascimento, a “Doce Virgínia” – e todos os personagens que orbitam a história, elevando a tensão a cada interação entre os dois.

Esse é um longa conciso e de violência crua, que certamente você reconhecerá nos noticiários do seu dia-a-dia.

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