– Ma (Brie Larson) em “O Quarto de Jack

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Neste filme, indicado ao Oscar de Melhor Filme em 2016, Brie Larson, em uma performance que lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz daquele ano, interpreta a a mãe de Jack, um adorável menininho de 5 anos que só tem ela de família. Através de amor genuíno, cuidado e imaginação, Ma tenta criar Jack da melhor forma possível, apesar das circunstâncias. Ah, sim, eu mencionei que eles vivem confinados em um quartinho minúsculo, consequência de um sequestro? E que, apesar da situação de pirar a cabeça de qualquer ser humano, Ma é uma mãe do cacete com o moleque? Pois é. O desenvolver da personagem é brilhante demais. Dentro de seus próprios medos, Ma acha motivação motorizada pela existência de seu pequeno; a partir de suas necessidades, encontra forças pra lutar contra a situação e fugir. Angustiante e encantador.

– Imperatriz furiosa (Charlize Theron) em “Mad Max: Estrada da Fúria” 

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Furiosa é revolucionária e destemida. No filme, ela é chefe de uma parte lá dos bad guys, figura de poder do cacete que resolve se rebelar contra o poder patriarcal e ser a redentora de mulheres, objetificadas à último nível na distopia “Mad max: Estrada da Fúria”. Apesar do filme carregar o título de um personagem homem, Max, indiscutivelmente quem torna o filme magnífico é a Imperatriz, por sua força e genialidade. É um filme que foge do clichê de inserir uma personagem feminina fazendo qualquer coisa em função de um homem ou para um homem; não há espaço aqui pra romancezinho e estereótipos do gênero. Furiosa lidera a missão, trabalha em conjunto com Max e liberta mulheres da opressão daquela sociedade. Impactante e significativo.

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