Na cronologia de Kratos, o 1o capítulo está no lançamento de 2013: God of War: Ascension.

Seis meses depois da morte de sua mulher e filha, Kratos é um servo dos deuses e procura se desvincular totalmente do deus da guerra. Com isso ele recebe uma missão dos deuses do Olimpo, pois chegou aos ouvidos deles que Ares tinha se aliado as três fúrias, Alecto, a rainha das fúrias, Megaera e Tisiphone, que planejavam tomar o Olimpo para eles.

God of War: Ascension foi o último jogo a ser lançado. Em geral é um bom jogo, porém não dá para negar que é um dos mais fracos da saga inteira. No entanto, apresenta uma história simples e funcional.

Kratos vs Hecatonquero

A jogabilidade da saga God of War é padronizada com alguns mecanismos. Ao estilo hack n slash, controlamos Kratos na sua aventura de forma bem satisfatória. Os movimentos fornecem combos espetaculares. Além das lâminas do caos, temos vários poderes fornecidos pelos deuses, sendo eles: o fogo de Ares, o gelo de Poseidon, o raio de Zeus e a alma de Hades. Em adição às habilidades, temos itens que nos ajudam durante os quebra cabeças: o colar e o anel de Lysandra, o amuleto de Uroborus, a pedra de Orkos, dentre tantos outros.

Um dos pontos positivos de toda a saga e repetido neste jogo são os bons personagens. Kratos é movido pela raiva, porem é a caracterização de Kratos mais humana que você verá em toda a série. Já que aqui ele está com a sede de vingança em estágios muito iniciais de sua raiva. Prova disso é a mínima compaixão que o personagem demonstra ao filho das fúrias, que o ajuda durante todo o jogo.

Alecto, Magaera e Tisiphone, respectivamente

As vilãs e seus monstros também não deixam a desejar. Os boss fights são épicos aqui também, com ênfase ao primeiro! São bem motivacionais e ameaçadores, além do design que é marca registrada em God of War. A narrativa desenvolve bem, apesar de alguns momentos serem mais chatos, mas não a ponto de tornar o game ruim. Há, também, inúmeros quebra cabeças divertidos que fazem uso dos itens adquiridos pelo jogador durante a história.

Para um prelúdio, onde tudo está mais simples em comparação aos outros jogos, o enredo agrada. Não há grandes reviravoltas, pois não há necessidade delas, este é só o primeiro capítulo de uma historia de seis partes. De novo, não é um dos melhores games da franquia, mas acaba valendo a pena para quem quer um gostinho a mais de Kratos e sua sede de sangue.

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