Adentremos ao quarto capítulo da saga, o segundo jogo que foi inicialmente lançado para o PSP. God of War: Ghost of Sparta (Fantasma de Esparta) em 2010.

Antes de qualquer dos eventos, até mesmo os descritos na introdução, um oráculo previu que o fim dos deuses não se daria pela vingança dos Titãs, mas sim por um guerreiro marcado, Zeus acreditava que este era Deimos, o irmão de Kratos, que é levado por Ares e Athena e entregue ao deus da morte, Tânatos, para ser aprisionado e torturado durante a vida. Após ter derrotado Ares, Kratos decide explorar o passado e ir a Atlântida, onde sua mãe está aprisionada. Ela lhe informa que Deimos ainda está vivo e que Kratos deve encontrá-lo.

Este capítulo da saga, diferente do outro lançado para PSP, é realmente interessante, com uma história bem sólida e competente. A revelação sobre o irmão de Kratos é divertida e fornece mais profundidade emocional a Kratos. O ritmo padrão de qualidade continua. As batalhas contra os chefes ainda são do cacete, destaque para a última. No jogo, Kratos já é um deus, porém não é tratado como um, ou seja, o personagem não se apresenta como o substituto de Ares. Coisa que só será explorada em God of War 2. Contudo, a violência, a raiva, matança e sanguinolência continuam como características do protagonista.

No mais, é um jogo simples, porém de altíssima qualidade, muito superior ao “Chains of Olympus” e o “Ascension”. Assim como os outros, é muito divertido e empolgante, conhecer mais do passado de Kratos e simpatizar ainda mais com sua raiva e fúria. E este game é, de fato, importante para a saga e para ter mais um gostinho da raiva de Kratos, o que nunca é demais.

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