“Antes da era do crepúsculo cair sobre os deuses, uma lenda ascendeu para tomar seu lugar com eles. Mesmo Kratos tendo sentado no trono como o novo deus da guerra, ele ainda era assombrado pelas visões de sua família – uma família que ele mesmo assassinou. Mas as mãos da morte não o derrotaram. As irmãs do destino não conseguiram controlá-lo. E neste dia, o homem, a lenda, Kratos, terá sua vingança.”

Segue a primeira cutscene do jogo, só para ter um gosto do nível do épico:

Aqui estamos na última parte desta incrível saga. Este último capítulo saiu em 2010:

Não há nada mais perigoso que um homem sem nada a perder. Depois de passar por um excesso de situações, Kratos chegou ao seu ápice. Não tinha mais o que proteger, não tinha mais o que salvar, não tinha mais o que esperar, não tinha mais o que sentir a não ser a raiva daqueles que tanto lhe prometeram e nunca lhe entregaram. Kratos faz sua decisão final, extinguir os olimpianos, em outras palavras, meus caros leitores, acabar com todos os deuses, deixando, no fim, somente o caos.

“You have disrespected the gods for the last time, Kratos” – Poseidon

Em God of War III, os criadores seguiram uma regra, uma única regra: fazer a realização mais épica de todas da franquia. Juntar os designs mais épicos, os cenários mais épicos, as batalhas mais épicas, a trilha sonora mais épica em um jogo só. E não é que os caras conseguiram?!

Nunca foi tão foda jogar na pele de Kratos, que agora incorporou as lâminas do exílio no lugar das lâminas do caos e ainda podemos usar a espada do olimpo, a mesma que assassinou Kratos no jogo anterior. Se o protagonista estava em modo raiva, aqui é ultra raiva. É muito sangue de inimigo jorrando por todo canto, as mortes dos deuses são bizarras de tão violentas, por exemplo quando arrancamos a cabeça de Hélio, a personificação do sol, com as próprias mãos.

“Pain will be only the beginning of your suffering!” – Hades

As batalhas são as melhores de todas, grandiloquentes, épicas e incríveis de se assistir e jogar. Lutamos contra uma versão gigante de Poseidon, um mano-a-mano com Hades e ficamos em cima do titã Cronos para combatê-lo. Coisas de proporções épicas. O design dos personagens são marcantes, desde a transformação monstruosa do deus dos mares, passando pela figura demoníaca de Hades, chegando na simplicidade e beleza de Hércules (sim, você parte pra cima dele também).

Os vilões do jogo são ótimos, ameaçadores e poderosos. Cada um sendo representado aqui de forma única, sendo no estilo de combate, no design e nos poderes. Nenhum combate com algum deles será idêntico, alguns você vai partir pro mano-a-mano, como Zeus e Hades, alguns você terá que perseguir, como Hermes, outros você terá que só massacrar mesmo, como Hélio.

“Your fate is now in my hands!” – Cronos

A história é empolgante, as missões são empolgantes, o jogo por si só é empolgante. Ainda mais, temos um confronto épico com Zeus, que ainda traz uma grande reviravolta na história, aliás, uma não, duas! O game te prenderá até o final, alimentando sua ansiedade para saber como será o fim do nosso protagonista.

God of War é mais que uma história sobre um cara raivoso. É interessante, instigante, empolgante e divertidíssimo. E será uma história que guardarei para sempre na minha mente, pelos seus personagens e pela sua escala épica, não me resta mais nada agora, além de agradecer meu primo por ter me mostrado esta saga e jogar o vindouro God of War 4, onde nosso protagonista abandonará o que restou da Grécia e vai partir para a matança Nórdica. Quem sabe se ele não rouba o Mjonir, o martelo de Thor?

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