Batman: O Retorno, de 1992, dirigido por Tim Burton

Batman? Natal? Que porra é essa, fera? Pois então, apesar do imaginário popular lembrar desse filme porque basicamente toda a humanidade queria comer a Michelle Pfeiffer e sua roupitcha de Mulher-Gato inspirou (e inspira) muita periguete em festa à fantasia por esse Brasilzão de Meu Deus (pelo que agradecemos ao Senhor), lembremos também que o vilão do filme era o Pinguim e pinguim gosta de frio, logo, Tim Burton resolveu produzir seu 37º filme ambientado no natal. Nele, Batman (Michael Keaton) tenta salvar Gotham do Pinguim (Danny DeVito) enquanto tenta disfarçar uma ereção causada pela Mulher-Gato. Muitos entendem este como o melhor filme do Batman, em especial a galera da bondage e S&M.


Beijos e Tiros (Kiss Kiss Bang Bang), de 2005, dirigido por Shane Black

Antes de se reapresentar a todo o mundo civilizado e ressurgir das cinzas com seu Homem de Ferro, Robert Downey Jr. era só mais um ator promissor-cachaceiro de Hollywood que aparentemente havia jogado a sua carreira fora. Quisera eu estar jogando a minha carreira fora e ganhando milhões de dólares para estrelar em um filme excelente como Beijos e Tiros enquanto continuo enchendo a minha cara e assedio figurantes. Aqui, Robert Downey Jr. interpreta Tony Stark, mas dessa vez ele não é bilionário e seu nome é Harry, um ladrão meia-boca que, por acaso, acaba conseguindo um emprego de ator. Tudo é uma desculpa para colocar dois dos atores mais maravilhosamente canastrões da história juntos, Downey Jr. e Val Kilmer (que aqui interpreta um detetive particular), para contracenar durante a época de natal. Os dois vão tentar desvendar um crime, quase que exatamente como o mesmo Shane Black fez com mais dinheiro e com o mesmo fracasso comercial em “Dois Caras Legais“, indicado em nosso Garimpo Netflix: Dia das Crianças. 

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