Simplesmente Amor (Love Actually), de 2003, dirigido por Richard Curtis

No mês antes do natal, em histórias aparentemente desconexas, várias pessoas que não tem lá muito o que fazer estão passando por diversos problemas amorosos na Inglaterra. Uma delas, por exemplo, é a Laura Linney, cujo problema é a bilola do Rodrigo Santoro entrando e saindo de dentro dela, enquanto que outra é um moleque de 10 anos que parece estar vivendo seu primeiro amor, passando também pelo primeiro-ministro britânico, interpretado por Hugh Grant, que está torando a estagiária, e por Rick Grimes que, antes de furar a cabeça de zumbis em Walking Dead, estava aqui tentando furar o olho do amigo em uma cena que já entrou para antologia da arrozice, hoje chamada friendzone. É uma excelente comédia romântica passada por volta do natal e, já que falei de pornô ali em cima, sinto-me obrigado a dizer que tem também uma historinha com o Bilbo Baggins enquanto ator pornográfico.


O Amor Não Tira Férias (The Holiday), de 2006, dirigido por Nancy Meyers

Nesta comédia romântica genérica, mas fofinha, Cameron Diaz e Kate Winslet trocam de vidas numa situação ainda mais difícil de acreditar do que no mito do Papai Noel. Cameron é uma americana que tomou um chifre do namorado, Kate Winslet é uma inglesa danadinha que dava para o patrão comprometido com outra mulher. Tudo isso pouco antes do natal. Ambas ficam na merda e encontram a solução de suas vidas em um site que tenta emular de forma realista a trama de “Se Eu Fosse Você“, só que com menos pelo e gengiva. O tal site permite que você troque de casa com uma pessoa por um tempo e ainda não haviam descoberto que ele era uma fachada para o tráfico de escravas sexuais e a prática do dogging. Nessa brincadeira, Kate Winslet vai para Los Angeles e se fode bonito, porque a ela resta se pegar com Jack Black (que inacreditavelmente não canta e nem grita porra nenhuma), enquanto que Cameron Diaz, como pode ser visto no trailer, abre as pernas indecorosamente para Jude Law (gatooooooooooooo!!!), corroborando, mais uma vez e lamentavelmente, que todos os problemas femininos sempre são resolvidos com um macho.

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