Duro de Matar (Die Hard), de 1988, dirigido por John McTiernan

Este CLÁSSICO absoluto do Cinema, já homenageado em nosso Nostalgia: Duro de Matar, vê o mítico John McLane (Bruce Willis), um policial de Nova Iorque, indo passar o natal com sua esposa em Los Angeles. Ao chegar ao prédio mais famoso da 7ª Arte, o Nakatomi Plaza, Mclane é obrigado a derrotar Hans Gruber (Alan Rickman), o alemão mais inglês da história, para ver se ele consegue que sua esposa lhe dê algum valor. Mesmo depois de matar incontáveis capangas e salvar a esposa, e ainda repetir a dose em “Duro de Matar 2”, esta filha duma puta larga McLane só porque ele tava numa de encher a cara e amanhecer na beira do Rio Hudson, o equivalente nova iorquino à praia do Leme. Na verdade, usando tiros, explosões e pessoas morrendo violentamente à rodo, a franquia Duro de Matar é um drama familiar dos bons, com a filha dele quase morrendo no 4 e o filho estuprando a franquia no 5.


Máquina Mortífera (Lethal Weapon), de 1987, dirigido por Richard Donner 

Além da Copa União vencida brilhantemente pelo Clube de Regatas do Flamengo, o ano de 1987 trouxe outro clássico que também é assunto até hoje. Máquina Mortífera é um nome bizarro, que não se refere a porra nenhuma, não tem nada a ver com natal, mas que soa maneirão para um filme que consagrou a expressão “eu tô muito velho para essa merda” proferida por Murtaugh (Danny Glover) toda vez que o ensandecido Riggs (Mel Gibson) resolvia que seria legal encher o rabo de alguém de bala. Com uma trama mais ou menos e hoje vista como genérica, esta obra, que é passada durante o natal, definiu o gênero de buddy cop e fez com que Mel Gibson explodisse como uma das maiores estrelas da história do Cinema, além de garantir várias sequências e a cena épica em que, numa sacada genial de roteiro, Murtaugh, que está muito velho para essa merda (sendo merda a palavra chave aqui), vai dar uma barrigada e não pode se levantar da privada porque colocaram uma bomba nela.

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