La La Land: Cantando Estações (La La Land), lançado em 19 de janeiro de 2017, de Damien Chazelle

Primeiro causador de controvérsia aqui no site, La La Land foi alvo do nosso primeiro Movie Battle em que Anderson, que amou, e Thotti, que odiou, discorrem sobre o filme.

“Se a cultura de massa dos EUA nos bombardeia a todo momento com a mensagem ‘acredite em si mesmo’, La La Land pergunta: mas quais as consequências? Ryan Gosling (engraçado, mas contido) e Emma Stone (sonhadora, mas vivaz) têm de, por meio de suas carismáticas atuações, lidar com esse questionamento até o minuto final do filme, que chega a problematizar a própria noção de final feliz.
Em meio a figurinos coloridos, imagens de cartão postal e um mar de referências, La La Land arquiteta um mundo onde decisões maduras dão o tom. O adorável relacionamento de Sebastian e Mia faz sorrir (quase) o filme inteiro, mas no meio de idas e vindas amorosas há uma história tocante de arrependimento, escolhas difíceis, e as distâncias a trilhar para se alcançar a felicidade.”

Por Anderson Gomes, crítica publicada em 21 de fevereiro


Eu Não Sou Seu Negro (I Am Not Your Negro), lançado em 19 de fevereiro de 2017, dirigido por Raoul Peck

“Para minha satisfação, essa temática tem seu destaque no Oscar 2017 quando se trata dos documentários. Junto com ’13ª Emenda’, ‘I am not your negro’ concorre ao Oscar de Melhor  Documentário. E eu animadamente torço para que ganhe. Sua abordagem poética, emocional, lúcida e assertiva lhe confere merecida atenção e valorização. Um grande amigo, negro, acompanhava a sessão comigo (Ivo, seu lindo!) e partilhou do mesmo encanto para com o documentário que eu, o que me diz muito. Sua identificação legitima um dos mais importantes propósitos do filme: contar a História, por muito contada pelos ‘dominantes’, sob a ótica de quem sabe as consequências do outro lado e dar-lhes voz de representação.”

Por Larissa Moreno, crítica publicada em 16 de fevereiro 2017

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