Melhor Animação – Toy Story 4. Texto por Valentina Schmidt.

Nove anos atrás, a Academia dos machos hétero-top deu o prêmio de Melhor Animação para o que parecia ser o último capítulo da saga dos brinquedos do Andy. Este ano, um dos principais indicados na categoria é Toy Story 4, que parte exatamente de onde seu antecessor termina e coloca novos obstáculos para essa família querida. A estética linda mostra o quanto que a Pixar evoluiu desde suas origens, a dublagem impecável e o roteiro tocante invocam aquela nostalgia que atinge o fundo dos nossos corações e estou na torcida para que saia vitorioso na corrida mais inesperada da categoria.


Melhor Diretor – Sam Mendes, por 1917. Texto por Marco Medeiros.

Cinema de autor. A expressão é usada quando, numa conjunção mágica de talento, técnica, ousadia e gigantesca personalidade, um diretor consegue criar um filme cujo título será eternamente lembrado e elogiado junto a seu nome. É o que fez com que Scorsese, Copolla, Antonioni, Ozon, Almodóvar e alguns nomes míticos da sétima arte adentrassem o Panteão das Telonas. A partir de agora, outro nome é entronizado: Sam Mendes. Empreendendo uma das maiores realizações de um diretor no cinema contemporâneo, construindo uma obra-prima de perícia inimaginável, Sam Mendes é, sem sombra de dúvidas, o diretor do ano. Seu longa explode nas telas e se transforma em uma experiência cinematográfica sem precedentes. Daqui pra frente, 1917 não será lembrado apenas como um ano. 1917 é o testamento cinematográfico de um dos mais competentes diretores dos nossos tempos

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