“Nós apenas seremos lembrados por aquilo que criamos” (Mille Petrozza)

A condição de imortalidade de um ser humano é a presença de sua obra, que resiste à passagem do tempo. Um sem-número de produções permanecem no nosso imaginário, independente de quando foram realizadas. Algumas nunca se destacaram no cenário mundial, outras estão presentes nas listas pessoais da maioria. Apesar disso, outras tantas que ganharam os louros da vitória, carregando estatuetas douradas, em muito pouco tempo são esmagadas pelo poder seletivo de nossas memórias.

Neste mês de março, no exato dia do aniversário de quem vos escreve, a festa mais cobiçada do meio Hollywoodiano realiza sua 90ª edição, trazendo títulos que serão inesquecíveis para uns (isso é muito possível de determinar – o caso de “Me Chame pelo Seu Nome para a comunidade LGBTQI e resenhado com verve e delicadeza por Marco Medeiros), mas indicando também outros que, em um par de anos, suscitarão uma ruga na testa, em expressão de um exercício de lembrança de cada qual.

Como de costume, o MetaFictions apresenta seu “Oscar” pessoal, apresentando os votos de cada um de nossos colaboradores (com a honrosa exceção de Vlamir Marques) em 12 das principais categorias, bem como o palpite de cada a respeito de qual obra ou artista será premiado pela Academia nestas mesmas categorias, já que, quase sempre, há uma orientação previsível na premiação.

Leia, comente e… “love us or hate us”!

Sugestões para você: