6º – Sinais (Signs), de 2002, dirigido por M. Night Shyamalan – Por Rene Michel Vettori

Em Sinais, M. Night Shyamalan vai até o desconhecido para nos maravilhar com um conto de fé. O uso de aliens e seus sinais em plantações são muito mais elementos de ilustração do desconhecido, do sobrenatural, do que uma relação direta e plausível com determinadas teorias que se pretendem científicas. É um filme que usa uma alegoria com seres extraterrestres para falar do mais instigante e desafiador conflito do próprio ser humano: a briga de um consigo mesmo acerca de suas crenças pessoais. Combinando suspense – que ele tão brilhantemente domina – com substâncias de drama,  o diretor nos abduz para um universo tenso que nos faz questionar a qual grupo pertencemos: céticos ou crentes? Os que se desesperam ou os que confiam?

5º) Contatos Imediatos de Terceiro Grau (Close Encounters of the Third Kind), de 1977, dirigido por Steven Spielberg – Por Thotti Cardoso

Em minha relação de altos e baixos com Steven Spielberg, uma de suas poucas obras que se salvam é Contatos Imediatos de Terceiro Grau. Diametralmente oposto ao naif E.T. – O Extraterrestre, que também (não por minha causa) está nessa lista, Contatos Imediatos de Terceiro Grau emula o suspense e terror que seria testemunhar a chegada de seres de outro planeta à Terra. Permeado por obsessão, estranheza e terror, é um clássico incontestável que, dentre outros motivos, tem seu lugar no meu coração pela icônica presença de François Truffaut em seu elenco.

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