10º – Homem-Aranha 2 (Spider-Man 2), de 2004, dirigido por Sam Raimi

Homem-Aranha 2 é aquele filme que você irá ter como primeira opção quando se pensa em “heroísmo”. Considerado por muitos, eu inclusive, o melhor filme com o cabeça de teia. Já consagradíssimo nos quadrinhos, é tão bonito ver que também se consagrou nos cinemas. Aqui tudo funciona. Um bom vilão, um bom protagonista, um desenvolvimento da trama bem feito. Esta sequência supera seu antecessor e ainda ofusca completamente seu sucessor. Sam Raimi construiu uma marca nos filmes de heróis com esta produção que ficará na mente das pessoas ainda por um bom tempo, apesar de neste ano o teioso já ter ganhado um segundo reboot!
Por Gabriel Eskenazi

9º – Matrix (The Matrix), de 1999, dirigido por  Lana Wachowski e Lilly Wachowski (quando se chamavam Andy e Larry)

Lembro perfeitamente de assistir Matrix pela primeira vez na escola, no segundo ano do ensino médio. Bastante tardio, eu sei. Mas quando digo assistir é atentamente; antes eu só tinha visto aos pedaços na televisão quando passava. Impossível não relacioná-lo à diversos conceitos filosóficos ou a uma nostálgica descoberta de interesse pela área. A história tem como tônica principal a vida humana num futuro em que é complicado distinguir a realidade inventada da verdadeira (a vivida dentro da chamada matrix). E até que ponto abandonar a sombria ignorânica é interessante? A analogia daquela aula era o Mito da Caverna de Platão. Mas tantos outros conhecimentos que questionam o dogmatismo ou o sentido da vida estão inseridos nessa futurística narrativa. Penso, logo existo, segundo Descartes – mas será mesmo? Em Matrix temos as controvérsias causadas pelo conhecimento, as consequências de uma vida fundada em ilusões e, mais que tudo, a complexidade humana presente em toda e qualquer circunstância. Ah… já mencionei que é um filme de herói?
Por Larissa Moreno

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