4º – Paul Thomas Anderson, por Gustavo David

Aos 15 anos eu vi Boogie Nights e ali começava a minha paixão pelo cinema, ainda que de forma um tanto incipiente. Foi apenas uns 3 anos depois, após assistir às 3 horas colossais da verdadeira obra prima que é Magnólia, que eu viria a entender exatamente o poder e a influênciaque a sétima arte teria sobre a minha vida dali em diante. Os roteiros de seus filmes (todos de sua autoria), suas longas tomadas e ângulos abertos demonstram um visibilíssimo controle do cineasta sobre o seu ofício e, consequentemente, sobre o que ocorre na tela, permitindo que ele extraia de seus atores performances antológicas, seja dando a Tom Cruise o papel de sua vida em Magnólia, seja conseguindo a façanha de fazer com que Adam Sandler atue de verdade em Embrigado de Amor. Sua parceria com Daniel Day Lewis, que já nos deu Sangue Negro, promete um novo filme para o final deste ano. Oremos.

3º – David Fincher, por Larissa Moreno

David Fincher, para mim, simboliza a clássica cena dos desenhos animados em que uma bigorna cai na cabeça de um passante. Seus filmes explodem a cabeça de qualquer um. Conhecido por um estilo soturno, irreverente e autêntico, Fincher é peça chave no cinema mundial, destacando-se nos anos 90 e dando continuidade a seu sucesso durante os 00’s. É uma indispensável imersão cinematográfica e digno de destaque.

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