2º – Darren Aronofsky, por Gustavo David

Aronofsky é o cineasta mais positivamente consistente dessa ou de qualquer lista. Nenhum de seus 6 filmes é qualquer coisa que não brilhante e aniquilador de certezas. Retratando em quase toda as suas obras as obsessões do Homem e sua luta interna em, a despeito de tudo, aceitar a sua própria natureza, Aronofsky o faz de forma nunca menos que genial. Valendo-se de personagens e motivações tão díspares quanto um matemático maluco atormentado por judeus em busca da fórmula que explicará o universo, um cientista obcecado em salvar sua esposa, um ex lutador de luta livre acabado ou de Noé, Darren Aronofsky é o que de melhor o Cinema americano produziu nas últimas décadas e não me surpreenderá se eventualmente ele não se tornar o melhor que já se produziu em qualquer época e em qualquer lugar.

1º – Martin Scorsese, por Anderson Gomes

Quem é esse diretor novato que, num arroubo de criatividade e vitalidade, dirigiu alguns dos filmes mais marcantes do século XXI? Ouvi dizer que ele saiu do Queens, em Nova York, tem um passado de estudos católicos e via muitos criminosos andando livremente pelo seu bairro. O fato é que, especialmente por meio de sua parceria com Leonardo DiCaprio (Gangues de Nova York, O Aviador, Os Infiltrados, Ilha do Medo, O Lobo de Wall Street), além de filmes impactantes que questionam a importância do cinema (A Invenção de Hugo Cabret) e da religião (Silêncio) na construção da realidade, Martin Scorsese já deixou seu nome escrito na história do cinema. Imaginem só se tivesse começado mais cedo! Todos nós aguardamos ansiosamente por mais obras na filmografia desse grande cineasta.

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