6º – Moonlight: Sob a Luz do Luar (Moonlight), lançado em 23 de fevereiro de 2017, dirigido por Barry Jenkins

Um caleidoscópio de empatia, uma visita às inseguranças, um museu de assombrações e fantasmas de tinta. A obra que rendeu meu melhor artigo aqui na casa, Moonlight marcou o ano e conseguiu um espaço amplo na memória de todos, por ser tão belo e desolador quanto sua fotografia. Um filme de grandes temas, debulhado numa sensibilidade extremamente particular, a narrativa de Chiron arde, esculpe luzes e sombras por nossa pele. Barry Jenkins realiza um dos mais profundos desenvolvimentos de personagem de nosso tempo, a partir dos olhos encardidos da juventude que vai aos poucos sendo tomada por uma velhice assolada pelos mesmos traumas, ficamos com lágrimas junto a uma aterradora solidão na luz profusa do luar.
Por Thotti Cardoso
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5º – Logan, lançado em 2 de março de 2017, dirigido por James Mangold

No apagar das luzes do longínquo século XX, em 2000, estreou um dos filmes precursores da onda que vem inundando os cinemas nas quase últimas 2 décadas: “X-Men: O Filme“. Teríamos Professor Xavier? Sim. Tempestade? Também. Ciclope? Quem se importa? Mas, meu amigo, e o Wolverine? Um longa dos X-Men sem o Logan, não é digno de ser assistido. E com isso em mente, quase todos os inúmeros filmes da franquia ou mudaram a história original para encaixar nosso feroz canadense como protagonista ou, no mínimo, forçavam sua aparição em alguma cena mesmo que o filme nada tivesse a ver com ele. Chegamos até a ganhar dois longas solos dele. Mas o que todos esse filmes tinham em comum (além de serem ruins, com exceção de X-Men 2)? Tinham todos classificação etária para o público infanto-juvenil. Não tínhamos palavrão, sangue ou temas mais adultos. Eis que em 2017 Logan chegou aos cinemas – impulsionado pelo excelente Deadpool – e vimos tudo aquilo pelo que esperamos 17 anos: Wolverine cravando suas garras em todas as partes da anatomia de um corpo humano sem qualquer censura, uma história emotiva e bem escrita, atuações espetaculares de Patrick Stewart e Hugh Jackman, e uma temática relevante para o mundo atual. Certamente um dos melhores filmes de super-heróis já feitos e um dos melhores de 2017.
Por Ryan Fields
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