4º – Manchester À Beira-Mar, lançado em 19 de janeiro de 2017, dirigido por Kenneth Lonergan

Num momento em que Hollywood estava engajada em temas de cunho social de grande repercussão, Kenneth Lonergan escreve, dirige e produz esta obra que não tem relevância alguma a qualquer grupo específico, mas que, por isso mesmo, ressoa com absolutamente todo mundo. Acompanhar a história de Lee Chandler, vivido magistralmente por Casey Affleck em uma performance que lhe rendeu o Oscar, é doloroso não somente pelo drama pessoal do personagem, mas pelo quanto seu sofrimento está próximo de nós, frágeis vítimas do acaso que somos. Apoiado em um roteiro brilhante que foi agraciado com o Oscar também, Manchester À Beira-Mar fala de mim, de você e de todos nós, criaturas unidas pelo sofrimento que somos ou que deveríamos ser.
Por Gustavo David
Íntegra da Resenha Aqui


3º – La La Land: Cantando Estações (La La Land), lançado em 19 de janeiro de 2017, dirigido por Damien Chazelle

Primeiro causador de controvérsia aqui no site, La La Land foi alvo do nosso primeiro Movie Battle em que Anderson, que amou, e Thotti, que odiou, discorrem sobre o filme.

Já disse que musicais são uma situação 8-80 e esse é um dos principais casos. O filme de Damien Chazelle conta a história da aspirante a atriz Mia (Emma Stone, numa performance vencedora do Oscar) e o pianista de jazz Sebastian (Ryan Gosling, que também foi indicado ao Oscar) que se apaixonam em Los Angeles, onde os sonhos são feitos e o sucesso pode quebrar corações. Fora as incríveis performances de Stone e Gosling, é preciso destacar a fotografia deslumbrante e a trilha sonora que dispensa apresentações (City of Staaaaaaaaaaaaars, are you shining just for meeeeee?). Além disso, a paixão que Chazelle colocou em sua direção e roteiro é de se admirar, também se pensarmos no tempão que ele passou criando essa história com a qual todos podem se identificar. O filme tem inúmeros motivos para ser um clássico do futuro (tipo aquele acidente com o envelope) e uma mensagem de esperança para qualquer um. Então, um brinde a nós, sonhadores.
Por Valentina Schmidt
Movie Battle aqui

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